﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Salubris - Clínica Geral e Medicina do Trabalho</title>
	<atom:link href="http://salubris.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://salubris.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Mar 2012 14:39:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Intolerância à lactose atinge até 70% dos adultos brasileiros</title>
		<link>http://salubris.com.br/intolerancia-a-lactose-atinge-ate-70-dos-adultos-brasileiros/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=intolerancia-a-lactose-atinge-ate-70-dos-adultos-brasileiros</link>
		<comments>http://salubris.com.br/intolerancia-a-lactose-atinge-ate-70-dos-adultos-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 14:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=691</guid>
		<description><![CDATA[Doença ocorre por deficiência ou ausência de enzima que quebra o leite. Problema pode ser congênito ou surgir com o processo de envelhecimento. Um simples copo de leite ou um pedaço de queijo pode fazer mal para quem tem intolerância à lactose. A pessoa sente náusea, gases, inchaço, diarreia e assadura na região anal. Segundo&#160;<a href="http://salubris.com.br/intolerancia-a-lactose-atinge-ate-70-dos-adultos-brasileiros/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Doença ocorre por deficiência ou ausência de enzima que quebra o leite.<br />
Problema pode ser congênito ou surgir com o processo de envelhecimento.</h2>
<div id="1833199">
<div id="gmcembed_wrapper_0">
<div>
<div><img src="http://s04.video.glbimg.com/x240/1833199.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Um simples copo de leite ou um pedaço de queijo pode fazer mal para quem tem intolerância à lactose. A pessoa sente náusea, gases, inchaço, diarreia e assadura na região anal.</p>
<p>Segundo dados brasileiros, 70% dos adultos têm algum desses sintomas após consumir leite de vaca ou derivados. Em países como Japão e alguns do continente africano, praticamente todos os habitantes com mais de 80 anos têm algum grau de intolerância.</p>
<p>A doença ocorre porque o indivíduo nasce sem uma enzima que quebra a lactose, o açúcar do leite, ou porque deixa de produzi-la ao longo da vida, seja pelo envelhecimento ou por lesões no intestino.</p>
<p>A gravidade dos sinais, que podem aparecer logo após a ingestão de leite ou depois de horas, depende da quantidade de alimento e de quanta lactose cada pessoa é capaz de suportar.</p>
<div><img title="Intolerancia a lactose (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/02/28/infointolerancialactose.jpg" alt="Intolerancia a lactose (Foto: Arte/G1)" width="620" height="595" /></div>
<div id="1833123">
<div id="gmcembed_wrapper_1">
<div>
<div>
<div></div>
<p><img src="http://s04.video.glbimg.com/x240/1833123.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz e a nutricionista Camila Diniz, qualquer alimento que contém lactose pode fazer mal, como leite de vaca ou cabra, queijo branco, manteiga, margarina, requeijão, iogurte, pudim, bolo, creme de leite, leite condensado, biscoito ao leite, pão de leite, pizza de muçarela e a maioria dos adoçantes em pó.</p>
<p>Em geral, iogurtes podem ser mais bem tolerados que o leite, porque parte do açúcar é fermentada. Porém, a maioria dos iogurtes, especialmente os de consistência firme ou cremosa, contêm leite em pó e/ou soro de leite, para melhorar a textura. Além disso, alguns iogurtes apresentam o mesmo percentual de lactose que o leite de vaca: cerca de 5%.</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/07/conheca-diferencas-entre-os-leites-e-qual-consumo-diario-recomendado.html">Conheça as diferenças entre os leites e qual consumo diário recomendado</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/07/nao-beber-leite-nao-e-problema-desde-que-haja-ingestao-de-calcio.html">Não beber leite não é problema, desde que haja ingestão de cálcio<br />
</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/07/tomar-leite-nas-refeicoes-principais-pode-prejudicar-absorcao-de-ferro.html">Leite nas refeições pode prejudicar a absorção de ferro, diz nutricionista</a></li>
</ul>
</div>
<p>De acordo com o Conselho Nacional de Laticínios dos EUA (NDC, na sigla em inglês), as muçarelas de búfala e cabra contêm 2% de lactose, menos da metade do teor de um copo de leite ou iogurte. Dependo do grau de intolerância do paciente, esses queijos podem ser substitutos na dieta.</p>
<p>Para não ficar em dúvida, leia sempre o rótulo e verifique se o produto inclui lactose na formulação. Remédios também podem incluir lactose – por isso, veja a bula.</p>
<div id="1833096">
<div id="gmcembed_wrapper_2">
<div>
<div>
<div></div>
<p><img src="http://s01.video.glbimg.com/x240/1833096.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Diagnóstico</strong><br />
É feito por dois testes. No primeiro, que é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, são colhidas amostras de sangue que indicam os níveis de glicose. Se não houver alteração, a pessoa é intolerante à lactose.</p>
<p>Há também um exame respiratório que custa cerca de R$ 120 e monitora a quantidade de hidrogênio nos gases exalados após a ingestão da lactose.</p>
<p>É importante não confundir a intolerância à lactose com outras doenças ou disfunções que podem causar quadro similar.</p>
<div id="1833075">
<div id="gmcembed_wrapper_3">
<div>
<div>
<div></div>
<p><img src="http://s04.video.glbimg.com/x240/1833075.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
<p>São elas:<br />
- Alergia à proteína do leite (caseína)<br />
- Síndrome do intestino irritável<br />
- Doença celíaca<br />
- Doença de Crohn<br />
- Colite ulcerativa<br />
- Alergias alimentares<br />
- Endometriose</p>
<p>Para quem estiver com suspeita de intolerância à lactose e quiser fazer um teste em casa, basta retirar da alimentação os leites e derivados durante uma semana. Se o desconforto sumir, pode estar aí o motivo.</p>
<p><strong>Tratamento</strong><br />
Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados por meio de dieta e medicamentos.</p>
<div id="1833073">
<div id="gmcembed_wrapper_4">
<div>
<div>
<div></div>
<p><img src="http://s02.video.glbimg.com/x240/1833073.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>O que evitar</strong><br />
- Leite de vaca<br />
- Leite de cabra<br />
- Queijo fresco<br />
- Manteiga<br />
- Requeijão<br />
- Creme de leite<br />
- Iogurtes (costumam ser mais bem tolerados que o leite)<br />
- Bolachas, bolos e pudins<br />
- Adoçantes em pó</p>
<p><strong>Opções de leite e derivados para intolerantes</strong><br />
- Leite com baixa lactose<br />
- Leite de soja<br />
- Leite de arroz<br />
- Queijos brie, camembert, roquefort, cheddar, parmesão, prato e emmental (são mais gordurosos e calóricos que os brancos)</p>
<div id="1833188">
<div id="gmcembed_wrapper_5">
<div>
<div>
<div></div>
<p><img src="http://s01.video.glbimg.com/x240/1833188.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>Outros alimentos sem lactose</strong><br />
- Pão francês<br />
- Presunto<br />
- Geleia<br />
- Adoçante em gotas<br />
- Café<br />
- Maionese<br />
- Azeite<br />
- Salada de frutas</p>
<p><strong>Importância do cálcio</strong><br />
O leite e seus derivados são ricos em proteínas, vitaminas e a principal fonte de cálcio da alimentação, nutriente fundamental – junto com a vitamina D – para a formação e a manutenção da massa óssea.</p>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Alimento</th>
<th>Cálcio (mg)</th>
<th>Porção</th>
<th>Porção caseira</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Leite</td>
<td>300</td>
<td>240 ml</td>
<td>1 copo</td>
</tr>
<tr>
<td>Tofu</td>
<td>260</td>
<td>120 g</td>
<td>2 a 3 fatias</td>
</tr>
<tr>
<td>Espinafre</td>
<td>120</td>
<td>90 g</td>
<td>4 colheres de sopa</td>
</tr>
<tr>
<td>Gergelim</td>
<td>98</td>
<td>10 g</td>
<td>1 colher de sopa</td>
</tr>
<tr>
<td>Amêndoas</td>
<td>95</td>
<td>30 g</td>
<td>10 a 15 unidades</td>
</tr>
<tr>
<td>Repolho</td>
<td>80</td>
<td>85 g</td>
<td>4 colheres de sopa</td>
</tr>
<tr>
<td>Ovo</td>
<td>50</td>
<td>60 g</td>
<td>1 unidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Laranja</td>
<td>40</td>
<td>100 g</td>
<td>1 unidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Brócolis</td>
<td>35</td>
<td>70 g</td>
<td>3 colheres de sopa</td>
</tr>
<tr>
<td>Cenoura</td>
<td>30</td>
<td>100 g</td>
<td>1 unidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Uva passa</td>
<td>30</td>
<td>50 g</td>
<td>1 xícara de café</td>
</tr>
<tr>
<td>Nozes</td>
<td>30</td>
<td>30 g</td>
<td>10 a 15 unidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Tomar de dois a três copos de leite por dia contribui para um adulto atingir suas recomendações de cálcio. O iogurte também pode ser uma opção para garantir esse fornecimento. Crianças, adolescentes, grávidas e idosos devem consumir mais leite e derivados que as demais pessoas.</p>
<p>É recomendável, porém, que o leite não seja ingerido durante as refeições principais (almoço e jantar), pois o cálcio pode atrapalhar a absorção do ferro de origem vegetal, e vice-versa. Uma xícara de espinafre fornece aproximadamente 25% das necessidades diárias.</p>
<p>O gergelim é outra fonte de cálcio, tanto o torrado quanto o branco, apesar de este ser digerido com mais facilidade. Duas colheres de sopa por dia correspondem a um copo de leite.</p>
<p><strong>Recomendação diária de cálcio</strong><br />
Crianças (0-8 anos): 200 a 800 mg<br />
Crianças/adolescentes (9-18 anos): 1.300 mg<br />
Adultos (19-50 anos): 1.000 mg<br />
Adultos (mais de 50 anos): 1.200 mg<br />
Gestantes e lactantes: 1.000 a 1.300 mg<strong></p>
<p>Alimentos ricos em cálcio</strong><br />
- Feijão<br />
- Ovos<br />
- Couve, brócolis, espinafre e verduras escuras em geral<br />
- Repolho, nabo, figo, uva passa, cenoura e laranja<br />
- Amêndoas e nozes<br />
- Gergelim<br />
- Queijo de soja (tofu)<br />
- Sardinha, marisco e algas</p>
<p><strong>Alimentos que interferem na absorção de cálcio</strong><br />
- Produtos com excesso de sódio, como os industrializados, embutidos e enlatados<br />
- Itens ricos em fitatos: farelo de trigo e alguns cereais<br />
- Alimentos ricos em xantinas: café, chá preto e chá mate</p>
<p><strong>Sugestão de cardápio sem lactose e rico em cálcio (1.000 mg por dia)<br />
</strong></p>
<p><em>Café da manhã</em><br />
1/2 papaia<br />
1 copo de suco de uma laranja-pera com cenoura, beterraba e uma folha de couve-manteiga<br />
1 fatia pão integral com margarina ou azeite</p>
<p><em>Almoço</em><br />
4 colheres de sopa de repolho roxo ralado, 3 colheres de sopa de cenoura ralada e 2 colheres de sopa de gergelim<br />
2 colheres de arroz integral<br />
1 concha de feijão<br />
1 porção de peixe, frango cozido, assado ou grelhado<br />
4 colheres de sopa de espinafre refogado</p>
<p><em>Lanche</em><br />
Mix de castanhas e frutas secas<br />
1 porção de fruta seca (1 xícara de café de uva passa), 5 amêndoas e 5 nozes</p>
<p><em>Jantar</em><br />
1 pires de salada de rúcula, 3 rodelas de tomate e 2 fatias de tofu em cubos<br />
Omelete de legumes<br />
3 colheres de sopa de brócolis refogado<br />
2 colheres de arroz integral<br />
1 concha de feijão</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/02/intolerancia-lactose-atinge-ate-70-dos-adultos-brasileiros.html" target="_blank">Bem Estar</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/intolerancia-a-lactose-atinge-ate-70-dos-adultos-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Suar é importante para manter a temperatura, mas não emagrece</title>
		<link>http://salubris.com.br/suar-e-importante-para-manter-a-temperatura-mas-nao-emagrece/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=suar-e-importante-para-manter-a-temperatura-mas-nao-emagrece</link>
		<comments>http://salubris.com.br/suar-e-importante-para-manter-a-temperatura-mas-nao-emagrece/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 11:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=681</guid>
		<description><![CDATA[No calor e durante uma atividade física, o corpo sua mais, principalmente na cabeça, nas axilas, mãos, virilha e pés, que são ambientes mais úmidos, fechados e quentes. Com a transpiração, perdemos 95% de água e 5% de eletrólitos, substâncias como sódio, potássio, cálcio e magnésio, que reagem com a água e fazem a condutividade&#160;<a href="http://salubris.com.br/suar-e-importante-para-manter-a-temperatura-mas-nao-emagrece/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No calor e durante uma atividade física, o corpo sua mais, principalmente na cabeça, nas axilas, mãos, virilha e pés, que são ambientes mais úmidos, fechados e quentes.</p>
<p>Com a transpiração, perdemos 95% de água e 5% de eletrólitos, substâncias como sódio, potássio, cálcio e magnésio, que reagem com a água e fazem a condutividade elétrica no sangue.</p>
<p>O mau cheiro decorrente do suor não vem do líquido, mas das bactérias presentes na pele que se alimentam dele. É o resultado dessa digestão que tem um odor forte e característico.</p>
<div><img title="Suor (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/11/620x970_suor.jpg" alt="Suor (Foto: Arte/G1)" width="620" height="970" /></div>
<div id="1763396">
<div id="gmcembed_wrapper_1">
<div>
<div>
<div></div>
<p>Segundo o cirurgião do tórax José Ribas Milanez, do Hospital das Clínicas em São Paulo e do Hospital Albert Einstein, a transpiração é o principal mecanismo para resfriar o organismo, que funciona bem a uma temperatura aproximada de 36,5° C. Se esse termômetro passar dos 38° C, há algo errado.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Elevações de até 3° C geralmente não causam nenhum prejuízo, mas variações de 5° C já podem provocar disfunções no sistema nervoso central, como náusea, tontura e redução na taxa de transpiração. Aumentos maiores, de até 8° C, podem levar a lesões permanentes nas células e no cérebro e chegar à morte.</p>
<div>Os termoreceptores da pele percebem que a temperatura ambiente ou corporal está alta e avisam o cérebro, que ativa o sistema nervoso simpático, responsável por emitir um sinal às glândulas sudoríparas. São essas células que começam a produzir suor.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Atividade física</strong></div>
<p>A quantidade de suor liberada por uma pessoa depende se ela está fazendo atividade, se está ao ar livre, sob o sol. Dependendo da idade, do sexo, do peso, da duração e intensidade do exercício, da roupa e da temperatura ambiente, um indivíduo pode perder de 4,5 a 7,5 litros de suor por dia. Em repouso, o valor diário costuma ficar entre 600 ml e 1,5 litro.</p>
<div id="1763359">
<div id="gmcembed_wrapper_2">
<div>
<div>
<div>De acordo com o preparador físico José Rubens D’Elia, caminhar rápido, correr e pedalar são atividades que provocam muita transpiração, porque a maior parte do trabalho muscular (cerca de 70%) é transformada em calor. Só os 30% restantes são convertidos em movimento.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O suor não é responsável pela perda de gordura, mas pela eliminação de líquidos. Quando transpiramos, perdemos o peso da água, mas a maior parte dela é reposta rapidamente com a hidratação.</p>
<p>O exercício é importante para emagrecer porque, além do suor, a pessoa queima gordura e glicose para produzir a energia necessária à prática.</p>
<div id="1763295">
<div id="gmcembed_wrapper_3">
<div>
<div>
<div>Quem tem sobrepeso ou é obeso costuma transpirar mais porque a gordura funciona como um isolante térmico, que dificulta a passagem do calor de dentro para fora do corpo.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>A umidade do ar também interfere no suor, pois a evaporação é mais eficiente em climas secos. No ar úmido, quem faz exercício transpira mais, mas o suor evapora pouco, o que gera desconforto.</p>
<p>As roupas mais indicadas para se exercitar são as leves e claras, que em dias quentes ajudam o corpo a não reter calor, por facilitarem a troca de temperatura com o ambiente.</p>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<p>- Ingira líquidos antes, durante e após atividades físicas para manter o corpo hidratado. Tome água, água de coco, isotônicos, sucos, chás e caldos leves. Além disso, coma saladas e frutas, que também contêm sais minerais.</p>
<p>- Durante o verão, prefira exercícios em locais abertos</p>
<p><strong>Hiperidrose</strong></p>
<p>Quando o suor é excessivo e vai além das necessidades de controle da temperatura corporal, é sinal de hiperidrose, doença que atinge aproximadamente 1% da população.</p>
<p>Geralmente, ocorre nas mãos, pés e axilas, mas pode ainda se manifestar no rosto ou couro cabeludo. Embora não se conheça exatamente as causas do problema, em algumas pessoas o suor intenso se torna incontrolável e é recomendada cirurgia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/01/suar-e-importante-para-manter-temperatura-mas-nao-emagrece.html" target="_blank">Bem Estar</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/suar-e-importante-para-manter-a-temperatura-mas-nao-emagrece/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprenda a usar bem o ventilador e o ar-condicionado neste verão</title>
		<link>http://salubris.com.br/aprenda-a-usar-bem-o-ventilador-e-o-ar-condicionado-neste-verao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aprenda-a-usar-bem-o-ventilador-e-o-ar-condicionado-neste-verao</link>
		<comments>http://salubris.com.br/aprenda-a-usar-bem-o-ventilador-e-o-ar-condicionado-neste-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 09:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=675</guid>
		<description><![CDATA[Para quem não tem piscina nem mar à disposição para se refrescar no verão, a saída é ficar exposto ao ar-condicionado ou ventilador. Mas é preciso ficar atento à manutenção, à frequência e à intensidade de uso deles para evitar problemas respiratórios. Segundo o otorrinolaringologista João Ferreira de Melo Júnior, do Hospital das Clínicas em&#160;<a href="http://salubris.com.br/aprenda-a-usar-bem-o-ventilador-e-o-ar-condicionado-neste-verao/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não tem piscina nem mar à disposição para se refrescar no verão, a saída é ficar exposto ao ar-condicionado ou ventilador. Mas é preciso ficar atento à manutenção, à frequência e à intensidade de uso deles para evitar problemas respiratórios.</p>
<p>Segundo o otorrinolaringologista João Ferreira de Melo Júnior, do Hospital das Clínicas em São Paulo, os filtros do ar-condicionado – seja de casa, do trabalho ou do carro – devem ser trocados regularmente, de acordo com as orientações do fabricante.</p>
<p>Os aparelhos domésticos, em geral, precisam ser limpos a cada seis meses, dependendo de como e quando são utilizados. &#8220;O problema é que muitas pessoas usam pouco o ar-condicionado em casa. A maioria só faz isso durante o verão. Aí ele vai se contaminando, acumulando germes, e o indivíduo acha que está igual à última vez em que foi ligado&#8221;, destaca Melo Júnior.</p>
<p>Outra dica é não posicionar o vento diretamente para a pessoa e manter a temperatura agradável: entre 20º C e 22º C. &#8220;O ideal é deixar o local fresco, como num dia de outono&#8221;, recomenda a otorrinolaringologista Tanit Sanchez, professora associada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Instituto Ganz Sanchez.</p>
<p>De acordo com ela, ambientes corporativos refrigerados a ponto de o funcionário precisar pôr casaco são contraproducentes. &#8220;Muitos pacientes reclamam de choque térmico constante. E,<br />
quanto mais potente for o ar, maiores as chances de causar problemas pelo alto resfriamento ou pela expulsão de partículas de sujeira que o filtro havia absorvido&#8221;, explica Tanit.</p>
<div><img title="Arte doenças respiratórias (Foto: arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/01/620x610_doencasrespiratorias.jpg" alt="Arte doenças respiratórias (Foto: arte/G1)" width="620" height="610" /></div>
<div></div>
<div></div>
<p><strong>Noite refrescante</strong><br />
Os médicos destacam que o excesso de calor é um dos motivos de insônia nesta época do ano. Por isso, o ar-condicionado pode ser usado também para dormir, mas com moderação. &#8220;Se o problema no verão for só pegar no sono, ligue o ar para resfriar o quarto e desligue-o antes de deitar. Caso a pessoa acorde muito durante a noite, aí pode deixar o ar em atividade por mais tempo&#8221;, afirma a otorrinolaringologista.</p>
<div>
<div>O ideal é deixar o local fresco, como num dia de outono&#8221;</div>
<div>Otorrinolaringologista<br />
Tanit Sanchez</div>
</div>
<p>A pediatra Ana Escobar, do Instituto da Criança, complementa: &#8220;É importante arejar o quarto durante o dia e não deixá-lo frio à noite a ponto de ter que se cobrir com um edredom&#8221;.</p>
<p>Alguns hotéis já têm ar-condicionado &#8220;inteligente&#8221;, que desligam sozinhos quando atingem determinada temperatura e, depois que o ambiente esquenta, religam-se. É como o sensor de um ferro de passar roupa.</p>
<p><strong>Pessoas alérgicas e sensíveis</strong><br />
O otorrinolaringologista Melo Júnior ressalta que é mito achar que quem é alérgico não pode usar ar-condicionado, já que a função do produto é justamente absorver e filtrar impurezas. &#8220;A única instrução é que pessoas com sensibilidade ao ar seco ou frio mantenham a temperatura mais baixa, com a porta aberta, para não ressecar demais o ambiente&#8221;, sugere.</p>
<p>Indivíduos com sensibilidade a variações de temperatura têm sintomas parecidos aos de uma rinite alérgica (espirros e coceira no nariz), além de rouquidão e dor de garganta intermitente – a região fica seca ou “arranha”. Também podem pegar resfriado com mais facilidade.</p>
<p>Para prevenir dores de garganta, a médica Tanit recomenda, além de manter a temperatura moderada, cobrir o pescoço com um cachecol, lenço ou uma echarpe. &#8220;Só não durma com nada enrolado na garganta&#8221;, alerta. Em caso de dor, pastilhas podem ser usadas de forma preventiva e também no tratamento, que costuma incluir anti-inflamatórios.</p>
<p><strong>No carro</strong><br />
A otorrinolaringologista indica ligar o ar-condicionado mais forte ao entrar no carro e, quando o veículo já estiver refrigerado, diminuir a potência até chegar ao número 1. &#8220;O ideal é alternar o ar-condicionado com o da rua, para circular um pouco o vento convencional. Aí feche o vidro de novo e religue o ar&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Ventilador</strong><br />
O ventilador ideal, segundo Tanit, é aquele que fica na altura do chão e cujo vento pode ser direcionado para cima. &#8220;A opção &#8216;exaustor&#8217; é menos agressiva, pois muitas vezes fazer o ar circular já é suficiente para diminuir a sensação de calor&#8221;, afirma.</p>
<p>As pás do aparelho também devem ser limpas com frequência, para não jogar a sujeira no ar, destaca o médico Melo Júnior.</p>
<p><strong>Cuidados com a pele</strong><br />
Segundo a dermatologista Márcia Purceli, do Hospital Israelita Albert Einstein, o frio intenso pode agravar problemas de pele como rosácea (manchas avermelhadas no rosto, desencadeadas também por calor demais), psoríase e dermatite seborreica (a popular caspa, que pode dar nos cabelos e nas sobrancelhas).</p>
<p>O vento em excesso também pode causar uma doença chamada paralisia de Bell, que trava os músculos de um dos lados do rosto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/01/aprenda-usar-bem-o-ventilador-e-o-ar-condicionado-neste-verao.html" target="_blank">Bem Estar</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/aprenda-a-usar-bem-o-ventilador-e-o-ar-condicionado-neste-verao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exame médico periódico no trabalho, você sabe para que serve?</title>
		<link>http://salubris.com.br/exame-medico-periodico-no-trabalho-voce-sabe-para-que-serve/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=exame-medico-periodico-no-trabalho-voce-sabe-para-que-serve</link>
		<comments>http://salubris.com.br/exame-medico-periodico-no-trabalho-voce-sabe-para-que-serve/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 18:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Sua Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=667</guid>
		<description><![CDATA[De tempos em tempos todos os funcionários das empresas são convocados para o exame médico periódico. Após preencher uma ficha falando sobre todas as doenças atuais e antigas, o colaborador segue para uma rápida entrevista com um profissional de saúde. Você sabe, porém, por que ele é feito e o que a empresa quer com&#160;<a href="http://salubris.com.br/exame-medico-periodico-no-trabalho-voce-sabe-para-que-serve/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De tempos em tempos todos os funcionários das empresas são convocados para o exame médico periódico. Após preencher uma ficha falando sobre todas as doenças atuais e antigas, o colaborador segue para uma rápida entrevista com um profissional de saúde. Você sabe, porém, por que ele é feito e o que a empresa quer com isso?</p>
<p>Os exames médicos periódicos, assim como o admissional e demissional, são exigências legais e a periodicidade com que é realizado vai depender com o risco ocupacional que o trabalho oferece ao colaborador. A sócia do Romar Advogados, advogada Carla Romar, explica que os exames serão mais espaçados quanto menor for o risco que a empresa oferece ao profissional.</p>
<p>Se o risco for mínimo, o exame será feito a cada dois anos, o tempo máximo permitido por lei. Mas são poucas as empresas que se enquadram nesse perfil. A periodicidade mais comum é a anual, e os riscos também mais comuns são os relacionados com o computador.</p>
<p>Ficar sentado por horas, por exemplo, pode afetar a coluna e a circulação. A digitação contínua no teclado pode ocasionar o LER (lesão por esforço repetitivo). Os riscos de ergonomia ajudam a fazer com que a periodicidade do exame fique cada vez menor. Carla explica que quem deverá definir o grau do risco será um médico do trabalho.</p>
<p>Essa verificação, porém, que pode ser anual ou semestral, por exemplo, tem dois objetivos principais. O primeiro é proteger a saúde e integridade do trabalhador, e o segundo está relacionado com questões trabalhistas. A empresa tem o direito de saber sobre o estado de saúde de seus colaboradores, o que será importante, inclusive, para se proteger na eventualidade de ações judiciais.</p>
<p>Carla explica que alguns trabalhadores entram na justiça contra o empregador alegando que adquiriu um problema de saúde por causa do trabalho que realizou durante os anos que se dedicaram ao serviço. Essa alegação poderá ser procedente, mas são os exames médicos que vão ajudar a comprovar a acusação.</p>
<p>Por esses motivos que você precisa responder se fez alguma cirurgia nos últimos anos, se é fumante ou não, se já teve hepatite, se tem doenças pré-existentes, se faz uso de medicamentos e porquê, se já teve acidente de trabalho, e todas demais perguntas que completam a lista.</p>
<p>Situações abusivas</p>
<p>Apesar de ser direito da empresa saber sobre as condições de saúde de seus colaboradores, há algumas situações que extrapolam os limites. O exame de HIV, por exemplo, nem todas as empresas têm o direito de exigi-lo. Carla Romar explica que esse exame só poderá ser solicitado, de forma legal, se o profissional estiver concorrendo a uma vaga na qual há riscos de contaminação.</p>
<p>Ou seja, se o trabalho for na área da saúde, em um hospital, por exemplo, é perfeitamente justificável a empresa cobrar esse exame. Inclusive, a empresa pode negar a vaga se o candidato tiver HIV, sem que isso configure discriminação ou preconceito. Mas posições em que não haja risco de contaminação, nem o exame pode ser exigido nem o candidato pode perder a vaga por ser portador da doença.</p>
<p>Nessa mesma lógica, há algumas questões mais delicadas, mas que a lei tenta administrar. O artigo 373-A da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) trata das vedações quanto a discriminação do trabalho da mulher. Alguns podem não saber, mas a lei permite, em algumas situações, a empresa negar um trabalho a uma mulher.</p>
<p>Nos casos em que a função for notoriamente incompatível com o sexo feminino, como estivador no cais no porto, por exemplo, a empresa pode recusar uma candidata feminino sem que seja configurado discriminação.</p>
<p>O exame de gravidez é outro dilema, pode ou não pode? A resposta é: não. De acordo com a lei, é vedado ao empregador &#8220;exigir atestado ou exame, de qualquer natureza, para comprovação de esterilidade ou gravidez, na admissão ou permanência no emprego&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Associação Nacional de Medicina do Trabalho, 14.12.2011, retirado de <a href="http://www.granadeiro.adv.br/template/template_clipping.php?Id=9364" target="_blank">Granadeiro Guimarães</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/exame-medico-periodico-no-trabalho-voce-sabe-para-que-serve/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trabalho ou jogos podem ser tão viciantes quanto álcool ou drogas, diz psicólogo</title>
		<link>http://salubris.com.br/trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-drogas-diz-psicologo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-drogas-diz-psicologo</link>
		<comments>http://salubris.com.br/trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-drogas-diz-psicologo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 15:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>milo</dc:creator>
				<category><![CDATA[custom]]></category>
		<category><![CDATA[Para Sua Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=663</guid>
		<description><![CDATA[O psicólogo britânico Mark Griffiths, professor da Nottingham Trent University, vem estudando o jogo compulsivo há 25 anos e diz acreditar &#8220;enfaticamente&#8221; que o ato de jogar e apostar, se levado ao extremo, é tão viciante quanto qualquer droga. Neste texto escrito para a BBC, ele comenta os resultados de seu trabalho: &#8220;Os efeitos sociais&#160;<a href="http://salubris.com.br/trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-drogas-diz-psicologo/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O psicólogo britânico Mark Griffiths, professor da Nottingham Trent University, vem estudando o jogo compulsivo há 25 anos e diz acreditar &#8220;enfaticamente&#8221; que o ato de jogar e apostar, se levado ao extremo, é tão viciante quanto qualquer droga.</p>
<p>Neste texto escrito para a BBC, ele comenta os resultados de seu trabalho:</p>
<p>&#8220;Os efeitos sociais e de saúde da jogatina extremada são muitos e têm muita coisa em comum com os efeitos de vícios mais tradicionais, entre eles mau humor, problemas de relacionamento, absenteísmo do trabalho, violência doméstica e ir à falência.</p>
<p>Os efeitos para a saúde &#8211; para jogadores e seus parceiros e parceiras &#8211; incluem ansiedade, depressão, insônia, problemas intestinais, enxaquecas, stress, problemas estomacais e pensamentos suicidas.</p>
<p>Se comportamentos como a jogatina podem se tornar um vício genuíno, não existe razão em teoria que impediria alguém de se viciar em atividades como videogames, trabalho ou exercícios físicos.</p>
<div>Pesquisas sobre jogadores compulsivos relatam que eles sofrem ao menos um efeito colateral quando passam por períodos de abstinência, como insônia, dores de cabeça, perda de apetite, fraqueza física, palpitações cardíacas, dores musculares, dificuldades de respiração e calafrios.</div>
<p><strong>Abstinência</strong><br />
Na verdade, jogadores compulsivos aparentam sofrer mais sintomas de abstinência física quando tentam cortar o vício do que viciados em drogas.</p>
<p>Mas quando é exatamente que um entusiasmo saudável se transforma em um vício? Comportamento excessivo por si só não significa que alguém seja viciado.</p>
<p>Eu consigo pensar em muitas pessoas que se envolvem em atividades excessivas, mas eu não as classificaria como viciadas, já que elas parecem não sofrer qualquer efeito negativo ao apresentar tal comportamento.</p>
<p>Em essência, a diferença fundamental entre o excesso de entusiasmo e o vício é que os entusiastas saudáveis adicionam vida às atividades desprovidas dela.</p>
<p>Para qualquer comportamento ser definido como viciante, é preciso que existam consequências específicas como se tornar a atividade mais importante na vida de uma pessoa ou ser o meio pelo qual o humor dela pode melhorar.</p>
<p>Eles podem também começar a precisar fazer mais e mais da atividade ao longo do tempo para sentir seus efeitos e sentir sintomas físicos e psicológicos de abstinência se eles não conseguem fazê-lo.</p>
<p>Isso pode levar a conflitos com o trabalho e com responsabilidades pessoais e muitos podem até viver recaídas se tentam largar o vício.</p>
<p>A maneira pela qual os vícios se desenvolvem &#8211; sejam eles químicos ou comportamentais &#8211; é complexa.</p>
<p><strong>Vícios &#8220;ocultos&#8221;</strong><br />
O comportamento viciante se desenvolve a partir de uma combinação de predisposição biológica e genética de uma pessoa, o ambiente social em que elas cresceram e sua constituição psicológica, como traços de personalidade, atitudes, experiências e crenças e a própria atividade.</p>
<p>Muitos vícios comportamentais são vícios &#8221;ocultos&#8221;. Diferentemente do alcoolismo, o viciado em trabalho não apresenta a fala embolada ou sai tropeçando.</p>
<p>Mas, no entanto, o vício comportamental é um tema relativo a saúde que precisa ser levado a sério por todos os profissionais das áreas médicas ou de saúde.</p>
<p>Se o principal objetivo dos profissionais da área médica é garantir a saúde de seus pacientes, então ter consciência sobre o vício comportamental e os temas que o cercam deveriam ser tão importantes quanto o conhecimento básico e o treinamento.</p>
<p>Diversos vícios comportamentais podem ser tão graves quanto vícios em drogas.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/11/trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-drogas-diz-psicologo.html" target="_blank">G1 Globo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-drogas-diz-psicologo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o câncer de próstata</title>
		<link>http://salubris.com.br/conhecendo-o-cancer-de-prostata/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conhecendo-o-cancer-de-prostata</link>
		<comments>http://salubris.com.br/conhecendo-o-cancer-de-prostata/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[custom]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=654</guid>
		<description><![CDATA[A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina&#160;<a href="http://salubris.com.br/conhecendo-o-cancer-de-prostata/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozóides, liberado durante o ato sexual.</p>
<p><a href="http://salubris.com.br/wp-content/uploads/2011/11/prostata_1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-660" title="prostata_1" src="http://salubris.com.br/wp-content/uploads/2011/11/prostata_1.jpg" alt="" width="275" height="207" /></a></p>
<p>No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.</p>
<p>Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.</p>
<p>Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.</p>
<p>Estimativa de novos casos: 52.350 (2010)</p>
<p>Número de mortes: 11.955 (2008)</p>
<h2>O CÂNCER</h2>
<p>O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).</p>
<p>O diagnóstico precoce é deveras importante, visto ser esse um câncer curável nos estágios iniciais.</p>
<p>A próstata é uma glândula localizada próximo à bexiga cercando a uretra na sua porção inicial. As secreções prostáticas são o maior componente do líquido seminal (ou esperma).</p>
<h2>COMO SE DESENVOLVE?</h2>
<p>A origem do CP é desconhecida, entretanto, presume-se que alguns fatores possam influenciar o seu desenvolvimento.</p>
<ul>
<li>Entre eles, o fator genético, visto a incidência desta neoplasia ser maior em familiares portadores da doença. A presença de CP em parentes do primeiro grau aumenta a probabilidade de diagnóstico desse câncer em 18%.</li>
<li>O fator hormonal é bastante importante, pois essa neoplasia regride de maneira significativa com a supressão dos hormônios masculinos (por exemplo, castração). Pesquisas feitas em ratos tratados cronicamente com testosterona mostraram o desenvolvimento do câncer de próstata nesses animais. A testosterona não é indutora de câncer, entretanto, em homens já com a neoplasia ou com predisposição, a testosterona estimularia o seu crescimento. Por outro lado, o CP não ocorre em eunucos.</li>
<li>Ultimamente, tem se dado muita atenção ao fator dieta. Dietas ricas em gordura predispõem ao câncer e as ricas em fibras e tomate diminuem o seu aparecimento. Baseados em levantamentos epidemiológicos em áreas geográficas de maior incidência de CP notou-se que dietas ricas em gordura aumentam os riscos de seu aparecimento. Talvez por interferência no metabolismo dos hormônios sexuais, várias outras substâncias estão sob investigação como as vitaminas, o cádmio, o zinco.</li>
<li>Doenças venéreas não tem relação com o CP embora o herpesvírus tipo II e o citomegalovírus induzam transformações carcinogenéticas em células embrionárias de hamster (pequeno animal de experimentação).</li>
<li>O fator ambiental é alvo, também, de investigação. Populações de baixa incidência de CP, quando migram para áreas de alta incidência, apresentam um aumento na ocorrência de casos. Fumaça de automóveis, cigarro, fertilizantes e outros produtos químicos estão sob suspeita.</li>
</ul>
<h2>O QUE SE SENTE?</h2>
<p>Nas fases iniciais nada se sente. O tumor somente é detectado em exames clínicos e laboratoriais de rotina que são:</p>
<ul>
<li>o toque retal e</li>
<li>a dosagem do antígeno prostático específico ou PSA.</li>
</ul>
<p>O paciente pode manifestar dores ósseas como sinal de uma doença mais avançada (metástases).Nos casos de CP sintomático, o paciente se queixa de dificuldade para urinar, jato urinário fraco, sensação de não esvaziar bem a bexiga, ou seja, sintomas de obstrução urinária. Sangramento na urina pode ser uma queixa, embora mais rara.</p>
<p>Anemia, perda de peso, adenopatias (ínguas) no pescoço e na região inguinal podem também ser a primeira manifestação da doença.</p>
<h2>COMO SE FAZ O DIAGNÓSTICO?</h2>
<p>Todo o homem a partir dos 45 anos deve realizar o toque retal e dosagem do PSA, principalmente aqueles com história familiar de CP (e de câncer de mama), independentemente de sintomas. Em caso de toque anormal e ou PSA elevado, o paciente deverá ser submetido a uma ecografia transretal com biópsia prostática. Os fragmentos obtidos serão levados ao exame anátomo-patológico. Uma vez confirmado o diagnóstico, o tumor deverá ser estagiado. Isto significa que exames deverão ser solicitados a fim de que se possa saber se o tumor está confinado à próstata ou se já invadiu órgãos adjacentes (bexiga, vesículas seminais, reto) ou se já enviou metástases. A cintilografia óssea é o exame mais útil nessa fase e nos dá informações quanto à metástases no esqueleto.</p>
<p>Outros exames eventualmente pedidos são: fosfatase alcalina, tomografia computadorizada de abdômen, radiografias de tórax, radiografias do esqueleto.</p>
<h2>COMO SE TRATA?</h2>
<p>O CP pode estar confinado à próstata na forma de um pequeno nódulo, como também pode estar restrito a ela, porém envolvendo toda a glândula. O CP, além de localizado, pode estar comprometendo os limites desse órgão e invadir outros órgãos adjacentes, como as vesículas seminais ou a bexiga. Linfonodos obturadores e ilíacos são, geralmente, o primeiro estágio das metástases para depois ocorrerem metástases ósseas.</p>
<p>Para descrever a extensão do tumor (estadiamento) existem várias classificações (classificação de <em>Whitmore</em>, TNM). Além do fato extensão tumoral, é importante saber que o CP apresenta uma diversificação de células, mais ou menos malignas, que também sofrem um processo de classificação (Classificação de <em>Gleason</em>).</p>
<p>Baseado no estadiamento do tumor e de sua classificação de <em>Gleason</em> é que se escolhe o tipo de tratamento.</p>
<ul>
<li>Para os tumores localizados dentro da glândula, a prostatectomia radical e a radioterapia são as primeiras opções e consideradas curativas.</li>
<li>Os tumores que avançam para fora da próstata, mas sem evidência de metástases, são geralmente tratados com radioterapia.</li>
<li>Os tumores metastáticos são paliativamente controlados com hormônios femininos, orquiectomia, drogas anti-androgênicas ou análogos do LHRH.</li>
</ul>
<div>O tratamento do CP é muito controverso pois são muitas as variáveis:</div>
<ul>
<li>idade do paciente</li>
<li>níveis do PSA</li>
<li>estágio do tumor</li>
<li>tipo histológico</li>
</ul>
<p>Além disso, deve-se discutir com o paciente as complicações do tratamento.</p>
<ul>
<li> Tanto a prostatectomia radical quanto a radioterapia podem deixar o paciente impotente bem como incontinente urinário.</li>
<li>A hormonioterapia diminui a libido e causa impotência sexual.</li>
<li>Deve-se considerar também a idade do paciente na época do diagnóstico e sua expectativa de vida sem a doença.</li>
<li>Pacientes muito idosos e com baixa expectativa de vida certamente se beneficiarão com tratamentos menos agressivos.</li>
<li>Problemas psicológicos e culturais fazem da orquiectomia (retirada dos testículos) um tratamento indesejado. Outras formas de terapia não têm bons resultados ou estão sob investigação, como é o caso da quimioterapia, terapia genética e fatores do crescimento.</li>
</ul>
<h2>QUAL É O PROGNÓSTICO?</h2>
<p>O prognóstico depende do estádio (extensão) e grau histológico (<em>Gleason</em>), principalmente. Se o CP é localizado e se o paciente realizar uma prostatectomia radical, a sobrevida em 10 anos pode atingir 90%, sendo equivalente à da população normal. O índice de recorrência local após 5 anos é de 10% contra 40% da radioterapia. A radioterapia utilizada no CP localizado ou localmente avançado (fora da próstata mas sem metástases) apresenta biópsias positivas de 60 a 30% dos casos quando realizadas seis meses e dois anos respectivamente após o tratamento.</p>
<p>Nos casos metastáticos, o tratamento é paliativo e o prognóstico bem mais reservado.</p>
<h2>PERGUNTAS QUE VOCÊ PODE FAZER AO SEU MÉDICO</h2>
<ul>
<li>Existe maneira de fazer o diagnóstico precoce do câncer de próstata?</li>
<li>Existe cura para o câncer de próstata?</li>
<li>Como se trata este câncer?</li>
<li>Devo operar ou não?</li>
</ul>
<div>Fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?63" target="_blank">ABC da Saúde</a>, <a href="http://www.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/prostata" target="_blank">INCA</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/conhecendo-o-cancer-de-prostata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pedra nos rins</title>
		<link>http://salubris.com.br/pedra-nos-rins/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pedra-nos-rins</link>
		<comments>http://salubris.com.br/pedra-nos-rins/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 14:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=648</guid>
		<description><![CDATA[O que é? O homem expele pela urina grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico, fosfatos, oxalatos, cistina e, eventualmente, outras substâncias como penicilina e diuréticos. Em algumas condições a urina fica saturada desses cristais e como conseqüência formam-se cálculos. Não é um fenômeno raro até a idade de 70 anos. Aproximadamente 12% dos&#160;<a href="http://salubris.com.br/pedra-nos-rins/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é?</h2>
<p>O homem expele pela urina grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico, fosfatos, oxalatos, cistina e, eventualmente, outras substâncias como penicilina e diuréticos. Em algumas condições a urina fica saturada desses cristais e como conseqüência formam-se cálculos. Não é um fenômeno raro até a idade de 70 anos. Aproximadamente 12% dos homens e 5% das mulheres podem ter, pelo menos, um cálculo durante suas vidas. A primeira década da vida não está imune ao surgimento de cálculos, havendo um pico de incidência entre quatro e sete anos de idade. A doença é mais comum no adulto jovem, em torno da 3 ª ou 4 ª década de vida, predominando na raça branca e não havendo diferença de sexo. A recorrência é mais comum no adulto jovem, 15% em um ano, 40% em até 5 anos e 50% em até 10 anos. A população negra tem menos litíase renal que a branca.</p>
<h2>Como se desenvolve?</h2>
<p>A formação de cálculos é um processo biológico complexo, ainda pouco conhecido, apesar dos consideráveis avanços já realizados. Hoje, constata-se que mudanças nos regimes alimentares, promovidas pela industrialização dos alimentos, mais ricos em proteínas, sal e hidratos de carbono, aumentaram a formação de cálculos.<br />
Todo o indivíduo produtor de cálculos tem envolvimento com um ou mais fatores geradores de cálculo:</p>
<ul>
<li>Epidemiológicos (herança, idade, sexo, cor, ambiente, tipo de dieta)</li>
<li>Anormalidades urinárias (saturada de sais, volume diminuído e alterações do pH)</li>
<li>Ausência de fatores inibidores da formação de cálculos (citrato, magnésio, pirofosfato, glicosaminoglicans, nefrocalcina, proteína de Tam Horsfall)</li>
<li>Alterações metabólicas (calcemia, calciúria, uricemia, uricosúria, oxalúria, cistinúria, citratúria, hipomagnesúria)</li>
<li>Alterações anatômicas e urodinâmicas</li>
<li>Infecções urinárias</li>
</ul>
<p>As anormalidades da composição urinária têm, no volume urinário diminuído, o principal fator na formação de cálculos. Fruto de uma hidratação inadequada, esta pode ser a única alteração encontrada em alguns portadores de litíase. O volume urinário permanentemente inferior a 1 litro ocorre por maus hábitos alimentares ou por situações ambientais como clima muito seco, atividades profissionais em ambientes secos (aviões, altos fornos) que favorecem a supersaturação urinária de sais formadores de cálculos.<br />
Principais tipos e componentes dos cálculos renais:</p>
<p><strong>CÁLCIO:</strong><br />
Mais de oitenta por cento dos pacientes formam cálculos de cálcio. A maioria destes têm cálcio aumentado na urina (hipercalciúria) e/ou cálcio aumentado no sangue (hipercalcemia).</p>
<p><strong>MAGNÉSIO:</strong><br />
É um elemento que participa na urina como inibidor da cristalização. Por isso, quando se encontra o magnésio urinário inferior a 50 mg/24h (magnesiúria), a formação de cálculo poderá ser facilitada.</p>
<p><strong>OXALATO:</strong><br />
Mesmo com o oxalato urinário normal, alguns cálculos de cálcio têm oxalato na sua constituição.</p>
<p><strong>CISTINA:</strong><br />
Como a cistina tem pouca solubilidade na urina, ela propicia a formação de cálculos por supersaturação.</p>
<p><strong>ÁCIDO ÚRICO:</strong><br />
Os cálculos de ácido úrico puro ocorrem em cerca de 5% da população mundial, com exceção da zona mediterrânea e dos países árabes, onde as taxas podem atingir até 30%. Vinte e cinco por cento dos pacientes gotosos podem apresentar cálculos de ácido úrico.</p>
<p><strong>CITRATO:</strong><br />
Uma excreção diária menor do que 450 mg é considerada hipocitratúria. As crianças, mulheres e idosos excretam mais citrato. Hipocitratúria isolada, como agente formador de cálculo, ocorre em cerca de 5% das nefrolitíases, podendo ser esta a única alteração metabólica encontrada nestes pacientes.</p>
<h2>O que se sente e como se faz o diagnóstico?</h2>
<p>A litíase pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a litíase se apresenta com manifestação de dor (cólica) e hematúria. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir a via urinária. A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.</p>
<h2>Principais complicações dos cálculos</h2>
<ul>
<li>Infecção urinária</li>
<li>Obstrução urinária: perda do rim por destruição obstrutiva e/ou infecciosa</li>
<li>Insuficiência renal crônica</li>
<li>Hipertensão arterial</li>
<li>Complicações cirúrgicas nas retiradas dos cálculos</li>
<li>Complicações da litotripsia (hematúria, destruição de tecido renal, hipertensão)</li>
</ul>
<h2>Como se Trata?</h2>
<p>Tomar bastante líquidos é o principal item do tratamento, visando reduzir a concentração e supersaturação dos cristais urinários, e dessa forma, diminuir a formação de cálculos.<br />
O ideal de tratamento é suprimir a recorrência e evitar que os cálculos existentes cresçam. Como os cálculos têm origem heterogênea e freqüentemente são manifestações de doenças multissistêmicas, é impossível haver um só esquema terapêutico. Por isso, o tratamento é diversificado e prolongado, requerendo o comprometimento permanente do paciente. Após seis meses de tratamento, deve-se repetir a seqüência de exames para avaliar a eficiência da ação terapêutica. A revisão é fundamental para ajustar as medidas usadas no controle da recorrência e estimular o paciente na continuidade do tratamento.<br />
Os cálculos maiores de 0,8 cm não saem espontaneamente, por isso é necessária a intervenção do urologista para a retirada do cálculo por métodos cirúrgicos ou métodos extracorpóreos, endoscópicos ou litotripsia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?276">ABC da Saúde</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/pedra-nos-rins/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pessoas felizes vivem mais, diz estudo</title>
		<link>http://salubris.com.br/pessoas-felizes-vivem-mais-diz-estudo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pessoas-felizes-vivem-mais-diz-estudo</link>
		<comments>http://salubris.com.br/pessoas-felizes-vivem-mais-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 10:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=636</guid>
		<description><![CDATA[MICHELLE ACHKAR É algo que todo mundo sabe, pelo menos de forma intuitiva, e que também já foi objeto de estudos outras vezes. Mas uma pesquisa realizada durante cinco anos pela University College of London confirmou que pessoas felizes e positivas vivem mais. Quatro mil pessoas entre 52 e 79 anos foram acompanhadas no período&#160;<a href="http://salubris.com.br/pessoas-felizes-vivem-mais-diz-estudo/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dl>
<dt><strong>MICHELLE ACHKAR</strong></dt>
</dl>
<div id="SearchKey_Text1">
<p>É algo que todo mundo sabe, pelo menos de forma intuitiva, e que também já foi objeto de estudos outras vezes. Mas uma pesquisa realizada durante cinco anos pela University College of London confirmou que pessoas felizes e positivas vivem mais. Quatro mil pessoas entre 52 e 79 anos foram acompanhadas no período e a conclusão é a de que os de bem com a vida têm 35% menos chances de morte prematura.</p>
<div id="attachment_643" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://salubris.com.br/wp-content/uploads/2011/11/2095146-1353-rec1.jpg"><img class="size-medium wp-image-643" title="Pessoas felizes vivem mais" src="http://salubris.com.br/wp-content/uploads/2011/11/2095146-1353-rec1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Getty Images</p></div>
<p>A atitude positiva apareceu como &#8216;remédio&#8217; natural contra o estresse e como mecanismo que evitar aparecimento de doenças.</p>
<p>Para chegar aos resultados, os pesquisados primeiro responderam a questões sobre níveis de felicidade e ansiedade percebidos durante o dia. Também foram levados em conta idade, gênero, histórico de depressão e de doenças e hábitos de vida. &#8220;As informações confirmam a necessidade de promover o bem-estar entre pessoas da terceira idade&#8221;, afirmou o pesquisador Andrew Steptoe ao jornal Daily Mail, que publicou a pesquisa.</p>
<p>Outros estudos recentes confirmam a pesquisa, como um realizado pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, que afirma que o bom humor reduziu a incidência de hormônios relacionados ao estresse e também fortalece o sistema imunológico, enquanto que ansiedade, depressão e pessimismo foram ligados a doenças e encurtamento do tempo de vida.</p>
<p>Fonte: <a href="http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5447350-EI16557,00-Pessoas+felizes+vivem+mais+diz+estudo.html" target="_blank">Terra</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/pessoas-felizes-vivem-mais-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lombalgia é conjunto de sintomas, não uma doença</title>
		<link>http://salubris.com.br/lombalgia-e-conjunto-de-sintomas-nao-uma-doenca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lombalgia-e-conjunto-de-sintomas-nao-uma-doenca</link>
		<comments>http://salubris.com.br/lombalgia-e-conjunto-de-sintomas-nao-uma-doenca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 15:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Sua Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=632</guid>
		<description><![CDATA[Dor Lombar é a queixa mais comum entre pessoas de 20 a 50 anos e 80% dos casos não têm causa específica. A dor lombar representa o problema de saúde mais relatado aos médicos entre as pessoas de 20 a 50 anos de idade. Durante a vida, cerca de 80% das pessoas terão dores nas&#160;<a href="http://salubris.com.br/lombalgia-e-conjunto-de-sintomas-nao-uma-doenca/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dor Lombar é a queixa mais comum entre pessoas de 20 a 50 anos e 80% dos casos não têm causa específica.</p>
<p>A dor lombar representa o problema de saúde mais relatado aos médicos entre as pessoas de 20 a 50 anos de idade. Durante a vida, cerca de 80% das pessoas terão dores nas costas. As causas são diversas, mas o estilo de vida moderno, na maioria das vezes sedentário e impulsionado pelos computadores, contribui muito para que estas dores não sejam evitadas.</p>
<p>De acordo com o Dr. João Luiz Pinheiro Franco, neurocirurgião especializado em doenças da coluna e autor do livro “Conceitos Avançados em Doença Degenerativa Discal Lombar”, referência no tratamento das dores lombares, 80% das dores nas costas não têm uma causa específica. “Isto significa que a grande maioria das dores da coluna estão relacionadas ao que chamamos de discopatia degenerativa, ou seja, envelhecimento natural dos amortecedores intervertebrais ou os discos intervertebrais”, adverte o médico. O especialista ressalta que apenas 20% das dores podem ter causas específicas como estenose do canal lombar, espondilolistese, tumor, infecção, fratura de coluna, entre outras.</p>
<p>O termo lombalgia está relacionado a uma variedade de sintomas clínicos com diferentes evoluções no transcorrer do tempo. Evidentemente, as dores nas costas sem causas específicas podem ocorrer por conta de uma série de outras causas como lesão interna do disco, de origem dural, por artrite facetária, por estiramento ligamentar, por contratura muscular, etc.</p>
<p>A grande maioria das dores lombares é tratada, inicialmente, por repouso na fase aguda, antiinflamatórios e técnicas de fisioterapia. A presença de artrose ou discopatia no laudo de uma ressonância magnética não significa má qualidade de vida ou necessidade de cirurgia de coluna.</p>
<p>“Dores que persistem por mais de três meses ou que estão associadas à perda de força nas pernas ou nos pés, ou mesmo, as dores do nervo ciático devem passar por uma avaliação médica criteriosa e especializada”, recomenda.</p>
<p>João Luiz Pinheiro Franco- Um dos maiores especialistas do mundo no tratamento de males da coluna vertebral é o neurocirurgião brasileiro João Luiz Pinheiro Franco, diretor da Clínica Pinheiro Franco, localizada em São Paulo. O médico é o único autor nacional de “Conceitos Avançados em Doença Degenerativa Discal Lombar”, da editora DiLivros, obra referência da especialidade, lançada em 2010, e que conta com a participação de mais de 80 cientistas estrangeiros e a co-autoria de mais três autoridades médicas internacionais.</p>
<p>Desde 2008, é revisor científico internacional do jornal norte americano de coluna Spine e do jornal europeu de coluna European Spine Journal. É neurocirurgião com especializações na Universidade de Strasbourg, França (de 2003 a 2005) e na Universidade de Tübingen, Alemanha (de 2005 a 2007) e membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e da Sociedade Francesa de Neurocirurgia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=177376" target="_blank">Portal Fator Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/lombalgia-e-conjunto-de-sintomas-nao-uma-doenca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trabalhar na mesma posição o dia inteiro prejudica a circulação</title>
		<link>http://salubris.com.br/trabalhar-na-mesma-posicao-o-dia-inteiro-prejudica-a-circulacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=trabalhar-na-mesma-posicao-o-dia-inteiro-prejudica-a-circulacao</link>
		<comments>http://salubris.com.br/trabalhar-na-mesma-posicao-o-dia-inteiro-prejudica-a-circulacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 12:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Para Sua Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Para Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://salubris.com.br/?p=628</guid>
		<description><![CDATA[Ficar parado ou sentado durante muito tempo pode prejudicar a circulação. Apesar de não ter a ver com o sangue, mas com a compressão dos nervos, cruzar as penas ou ficar numa posição ruim também pode causar formigamento. Para dar dicas de como melhorar a circulação e diferenciar veias e artérias, o Bem Estar desta&#160;<a href="http://salubris.com.br/trabalhar-na-mesma-posicao-o-dia-inteiro-prejudica-a-circulacao/" class="read-more">Continuar Lendo</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar parado ou sentado durante muito tempo pode prejudicar a circulação. Apesar de não ter a ver com o sangue, mas com a compressão dos nervos, cruzar as penas ou ficar numa posição ruim também pode causar formigamento.</p>
<p>Para dar dicas de como melhorar a circulação e diferenciar veias e artérias, o Bem Estar desta sexta-feira (21) convidou o cirurgião vascular Pedro Puech Leão. Ao lado dele, o preparador físico José Rubens D’Elia embarcou no ônibus estilizado do programa para ensinar exercícios de fortalecimento da panturrilha, o nosso segundo coração.</p>
<p>No estúdio, D’Elia apresentou uma série de exercícios de rotina que mantém o sangue circulando bem pelas panturrilhas.</p>
<div><img title="Arte circulação (Foto: arte / G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/10/20/circulacao.jpg" alt="Arte circulação (Foto: arte / G1)" width="620" height="961" /></div>
<p>A repórter Marina Araújo foi a um escritório em São Paulo para conferir a postura dos funcionários que trabalham sentados o dia inteiro. Nem todos tomam os cuidados básicos para melhorar a circulação das pernas.</p>
<p>Cruzar as pernas, sentar-se sobre elas, ficar de pé ou sentado não tem nenhum problema, desde que não seja por muito tempo. O importante é trocar de posição várias vezes ao longo do dia.</p>
<p>Para quem trabalha sentado durante horas, o recomendado é levantar e caminhar um pouco a cada meia hora. O mesmo serve para quem fica muito tempo de pé. É preciso sentar-se um pouco a cada meia hora.</p>
<p>Também é importante evitar o sobrepeso e roupas muito apertadas – isso inclui as meias, dê preferência às elásticas. Os cuidados incluem a hora do sono: a melhor posição para dormir é deitado na cama. Em viagens longas de ônibus ou avião, levante-se e ande no corredor.</p>
<p>Ao contrário do que a maioria acredita, a sensação de formigamento não tem nenhuma relação com sistema circulatório. Ela ocorre quando o nervo é prensado e não consegue enviar para o cérebro as sensações do corpo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/10/trabalhar-na-mesma-posicao-o-dia-inteiro-prejudica-circulacao.html" target="_blank">G1 </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://salubris.com.br/trabalhar-na-mesma-posicao-o-dia-inteiro-prejudica-a-circulacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
